Monitores do Laboratório Informática.

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quarta-feira, 30 de junho de 2010

Tecnologias à frente de seu tempo

Nem sempre o revolucionário e o inovador são as melhores soluções. O que fazer quando a tecnologia é criada em um momento em que o mercado não está preparado para receber uma novidade.O mundo da tecnologia é feito de constantes revoluções. A cada nova criação, seja ela um produto ou apenas uma tecnologia inovadora, o mercado se agita e se reestrutura por conta dessas “novas tendências”, além de sempre empolgar o público ávido por novidades. Quantas vezes você já ouviu que determinado lançamento iria “reinventar” a forma de se fazer algo?

Entretanto, nem sempre essas promessas são verdadeiras. Os motivos são variados e vão desde o simples fato de a tecnologia não atender às expectativas criadas até problemas de marketing ou o surgimento de um forte concorrente que conquiste o usuário.
Por outro lado, há aquelas que realmente trazem um conceito inovador, útil e interessante, mas que não conseguem se popularizar. São tecnologias que realmente revolucionam, mas não obtêm o sucesso merecido por possuírem um conceito para o qual o público ainda não está preparado. É como se elas estivessem à frente de seu tempo.
Mesmo que consideremos os tempos atuais como o suprassumo da evolução tecnológica, ainda encontramos exemplos de conceitos que parecem estar deslocados do momento de tão ambiciosos e futuristas que são. Conheça agora alguns daqueles que ainda precisam de tempo para amadurecer.
Projetos prematuros
Helicóptero de da VinciA melhor forma de entender do que se trata uma “tecnologia à frente de seu tempo” é imaginá-la como algo que foi criado antes do que deveria, seja por falta de suporte para pô-lo em prática ou pelo fato de as pessoas ainda não estarem prontas para utilizar algo desse nível.
Exemplos não faltam. No século XV, Leonardo da Vinci projetou uma espécie de máquina de voo bastante semelhante com o helicóptero, que só foi construído da forma que conhecemos hoje - quase 500 anos depois.
Algo semelhante aconteceu com o efeito 3D, tão popular nas salas de cinema atuais. Seu conceito original data do ano de 1800. Apesar disso, tornou-se popular nos anos de 1950 e voltou a cair no esquecimento até ser o grande destaque de 2010.
A própria Apple foi vítima de sua genialidade. Na década de 80 ela lançou o Newton, um computador portátil em que o usuário controlava todas as ações por meio de uma tela sensível ao toque, mas foi considerado um dos maiores fracassos da empresa. Essa descrição faz com que você se lembre de algo, não? O Newton foi o primeiro tablet da marca de Steve Jobs e é o “pai” do iPad, o grande sucesso de vendas deste ano.
Newton, o primeiro tablet da Apple
Mas o que fez esses três casos falharem nas primeiras tentativas e voltarem com força tempos depois? Como dito anteriormente, o maior problema enfrentado pelas três tecnologias foi a falta de suporte existente na época de criação. O maior exemplo disso é o 3D, que devido aos recursos de antes, gerava um efeito impreciso e incômodo, que muitas vezes causava dor de cabeça ao usuário.
Já o Newton e o helicóptero também mostram que a sociedade precisa estar pronta para receber determinado tipo de conceito Quando o Newton foi lançado, no início dos anos 80, os computadores pessoais ainda estavam dando os primeiros passos e se popularizando. Oferecer ao usuário uma alternativa portátil e sem teclado e mouse era algo estranho, pois não havia a mesma necessidade de mobilidade de hoje.
Mesas digitais
Microsoft SurfaceSe essas tecnologias já se consolidaram depois de fracassar no passado, significa que outras surgiram para ter o título de “à frente de seu tempo”. Entre elas, uma das mais significativas é a mesa digital.
Nunca ouviu falar? Não se desespere, pois você não é o único, já que esse tipo de dispositivo não se tornou tão popular quanto se esperava e o máximo que conseguiu foi impressionar com projetos ousados e vídeos bem feitos no YouTube.
Como o próprio nome sugere, as mesas digitais são uma espécie de computador com formato que se assemelha ao móvel de cozinha. Com tela multitoque, câmeras de infravermelho e vários outros recursos tecnológicos, esperava-se que elas fizessem sucesso devido às infinitas possibilidades de uso oferecidas.
A própria Microsoft decidiu apostar no formato com o Microsoft Surface. Entre os diversos vídeos promocionais do produto é possível ver sua utilização em bares e restaurantes, tornando o atendimento muito mais prático, intuitivo e rápido. Entretanto, o sonho de ter o controle de tudo na ponta dos dedos não aconteceu.
Surface em ação só na teoria
A grande barreira que esse tipo de tecnologia enfrentou foi o preço elevado das mesas digitais. Cada unidade do Microsoft Surface, por exemplo, custa em torno de 12 mil dólares. Já imaginou quanto custaria equipar um restaurante inteiro com uma belezinha dessas?
Serviços por voz
Quantas vezes você viu em filmes de ficção científica computadores capazes de realizar qualquer tipo de operação apenas com um comando de voz do usuário? Apesar de ainda não existir nenhum tipo de ferramenta desse nível, os serviços de voz já são uma realidade. Ou melhor, são uma tentativa.
Ainda não é dessa vez
Se no futuro esperamos que tudo possa ser feito apenas com a fala, hoje temos uma limitação tecnológica que restringe esse tipo de serviço a apenas algumas funções, que nem sempre são realizadas com perfeição.
Muitos celulares já são capazes de realizar ligação quando o usuário fala o nome de algum contato registrado no aparelho, mas o recurso ainda não funciona de maneira precisa. Como essa associação é feita a partir de uma gravação de voz, qualquer diferença no timbre ou entonação faz com que o equipamento não encontre a pessoa para quem você pretende ligar.
Um 
pouco mais no futuro, quem sabe...
Além disso, outro sistema que utiliza a voz, mas que não deu tão certo são os programas que permitem você controlar o computador por meio da voz. Da mesma forma que existem problemas de reconhecimento nos celulares, nos PCs não é diferente. Aplicativos que transcrevem conversas, por exemplo, apresentas falhas em identificar certas palavras, seja por não encontrá-las em seu dicionário ou por uma dificuldade de reconhecimento.
O principal problema desse tipo de tecnologia é encontrar um padrão universal de tons, além de um extenso vocabulário. Em um idioma como o português, que possui diversas variações, além de sotaques e expressões regionais, criar uma unidade é um desafio para o futuro.
Tradutores
Apesar de o Google Tradutor já estar presente em nossas vidas e ser amplamente utilizado, ainda há a sensação de que ele é um projeto prematuro em que há muita coisa para ser melhorada.
Tradução instantânea: ainda precisa amadurecer
Quem já utilizou a ferramenta sabe que ela possui vários problemas de concordância e interpretação. Isso acontece porque a tradução é feita a partir de algoritmos, uma lógica matemática de dados, ou seja, um processo inteiramente mecânico. Qualquer termo que esteja fora ou discorde da diretriz principal não é interpretado.
Isso não significa que os tradutores são uma tecnologia que falhou, mas que precisa de mais tempo para amadurecer. Quem sabe no futuro essa limitação seja eliminada e todos os idiomas possam ser compreendidos e traduzidos claramente, assim como víamos nos seriados de ficção científica.
Teclado virtual
As 
teclas fazem falta
Conectar-se em qualquer lugar e utilizar um computador sem a limitação do mouse e do teclado. Por muito tempo isso foi desejado e finalmente chegamos a um estágio em que é possível, não é mesmo, tablets?
Porém, o resultado é um tanto quanto aquém daquilo que esperávamos. Enquanto a substituição do mouse pelo touchscreen foi bastante natural e funcional, o teclado não teve a mesma sorte.
Por mais que a virtualização apenas reproduza o formato do periférico na tela do equipamento, a sensação de digitar é completamente diferente. O próprio iPad, da Apple, recebeu críticas em relação a isso, já que muitos usuários não aprovaram a utilização da tela para escrever suas mensagens.
O motivo? Depois de tantos anos apertando teclas e ouvindo o “tec tec” dos botões, a utilização de teclados virtuais causa estranhamento na maioria das pessoas. A perda de referencial é um dos principais fatores que fazem com que esse tipo de ferramenta precise de uma segunda chance para ter o reconhecimento que merece.
Nem
 mesmo o teclado do iPad escapou
Kinect – ou o antigo Projeto Natal
OK, sabemos que o Kinect (ou Projeto Natal, se preferir) ainda não foi lançado, mas uma coisa é certa: já está gerando polêmica. Da mesma forma que o teclado virtual ainda sofre com a perda de referencial, a falta de um joystick é o principal motivo para que muitos jogadores olhem com estranheza para a grande novidade da Microsoft para seu console.
Kinect
Um dos primeiros vídeos de divulgação do acessório foi duramente criticado por conta dos movimentos desengonçados que as pessoas faziam para realizar os movimentos em frente ao video game.
Sem um controle, as pessoas simplesmente tendem a agir instintivamente para realizar as ações na tela, e como o equipamento possui um tempo de resposta de alguns segundos, o resultado é a insistência no movimento e a sensação de que aquilo tudo é bizarro. Torçamos para que, na prática, isso fique mais natural.
Computação nas nuvens
Outra tecnologia que é sempre vista como a grande tendência do momento, mas ainda precisa de um grande impulso para deslanchar é a computação em nuvens. O conceito de que nada precisa ser instalado em seu computador, já que tudo vai ser disponível online, é uma grande promessa que ainda precisa conquistar o público para se tornar realidade.
Google Docs: a maior aposta de computação em nuvens
Por mais que a Google invista pesado nesse setor com o Docs, Maps, Talk e o próprio iGoogle, os usuários ainda precisam se adaptar à proposta. Muitas pessoas já se tornaram adeptos desses serviços, mas a grande maioria está habituada ao padrão de ter seus arquivos e programas armazenados no disco rígido de seu computador.
Além disso, a empresa possui um projeto ainda mais megalomaníaco envolvendo a computação em nuvens. Seu sistema operacional, o Chromium OS, é totalmente baseado nessa tecnologia e dispensa a instalação de qualquer aplicativo. Resta saber se as pessoas vão trocar o atual formato por algo um tanto quanto “abstrato” para muitos.
Chromium OS
Realidade aumentada
Eis um grande exemplo de algo que assusta por parecer futurista demais. A interação entre o real e o digital está em alta no momento, mas de maneira bastante rudimentar. A realidade aumentada possui um potencial de uso muito grande e, por enquanto, só é utilizada para jogos e outros pequenos recursos.
Os motivos são simples. Uma utilização massiva necessitaria, primeiramente, de suporte. Alguns conceitos apresentam celulares que utilizam a câmera para criar um GPS inteligente, mas para isso seria preciso que uma boa parcela dos usuários tivesse um equipamento capaz de realizar esse tipo de função.
A 
grande utilização da realidade aumentada ainda é casual
Além disso, a sensação de interagir com algo inexistente ainda assombra e faz com que essa tecnologia fique restrita apenas a alguns segmentos, como os video games, que vêm explorando cada vez mais a realidade aumentada em seus jogos.
Todos merecem uma segunda chance
Estar à frente de seu tempo não significa que as tecnologias falharam em definitivo. Assim como o Newton e o 3D, todos os exemplos citados não tiveram a aceitação ou efetividade merecida por falta de amadurecimento, seja do recurso em si ou do próprio público.
Isso significa que para consolidar um conceito, não basta apenas revolucionar. Mudanças drásticas assustam o usuário e afugentam-no, como aconteceu com o Google Wave. Portanto, não é necessário apresentar uma tecnologia superior ou incrivelmente inovadora: basta que ela sacie a necessidade de quem vai utilizá-la.
http://www.baixaki.com.br/info/4501-7-tecnologias-a-frente-de-seu-tempo.htm

Nokia faz piada com problema de sinal do iPhone 4


A Apple tem recebido diversas reclamações de seus clientes sobre um problema com a antena do iPhone 4, mais novo smartphone da empresa. Os usuários, em especial os canhotos, relatam que ao segurar o aparelho pelo lado esquerdo há uma perda da qualidade da recepção de sinal. A questão ainda não foi solucionada, e Steve Jobs tem recomendado aos consumidores que evitem segurar o aparelho pelo canto inferior esquerdo.

Aproveitando a história, a Nokia fez questão de notificar seus clientes, por meio de postagem no site oficial, que seus aparelhos podem ser manuseados de qualquer maneira, com mão esquerda ou direita, sem perda de qualidade de sinal, conforme informações do site Tech.Blorge.

Em tom de brincadeira, a Nokia chega a listar quatro diferentes modos de segurar seu smartphone, e que a empresa garante que não fazem com que a sua ligação perca qualidade. "Oferecer uma grande variedade de formas de segurar seus celulares sem que isso interfira na qualidade do sinal recebido pela antena tem sido uma funcionalidade essencial de todos os aparelhos que a Nokia já fabricou", diz o post no blog oficial da empresa, fazendo piada.

Para concluir, a Nokia frisa que os métodos listados são apenas alguns exemplos, e que cada um pode segurar seu aparelho da maneira que desejar, sem que a qualidade do sinal seja afetada.

No entanto, o site Apple Insider afirma que a Nokia inclui em seus manuais recomendações para que os usuários evitem tocar as áreas da antena, evitando uma diminuição da qualidade do sinal e fazendo com que o aparelho esquente, diminuindo a vida útil da bateria.

Usuários de aparelhos da Nokia também fizeram questão de demonstrar, a partir de vídeos caseiros, que segurar os celulares de determinadas maneiras pode sim ocasionar a perda do sinal.

Pelo visto, foi só uma grande brincadeira da Nokia, que aproveitou uma situação problemática da Apple para tentar demonstrar a alegada superioridade técnica de seus aparelhos.


Fonte : http://tecnologia.terra.com.br/noticias/0,,OI4532404-EI15606,00-Nokia+faz+piada+com+problema+de+sinal+do+iPhone.html

terça-feira, 29 de junho de 2010

Sites especializados já falam em Windows 8

Um blog sobre atualidade da Microsoft publicou as características do suposto novo sistema operacional da companhia, o Windows 8, que incluiria um software de reconhecimento facial para o usuário, informou hoje a imprensa especializada dos Estados Unidos.
Embora a Microsoft não tenha se pronunciado a respeito desta filtragem, vários sites de referência sobre tecnologia mencionaram os detalhes da novidade.
Entre os conteúdos do plano de desenvolvimento do Windows 8 foi destacado o sistema de identificação facial, melhora na velocidade, compatibilidade com dispositivos de imagens 3D, conexão sem cabo com televisores e entradas USB 3.0.
A Microsoft também poderia estar planejando equipar o novo sistema operacional com um sensor que regule a iluminação da tela em função da luminosidade no ambiente.
O gigante tecnológico americano lançou em novembro de 2009 o Windows 7 e, segundo um site especializado, a Microsoft se encontraria atualmente em uma fase inicial de desenvolvimento do sucessor desse sistema operacional, que poderia chegar ao mercado em 2012.
FonteTerra Tecnologia

Mesas digitais Possiveis Planos Para o Futuro.
















Se essas tecnologias já se consolidaram depois de fracassar no passado, significa que outras surgiram para ter o título de “à frente de seu tempo”. Entre elas, uma das mais significativas é a mesa digital.

Nunca ouviu falar? Não se desespere, pois você não é o único, já que esse tipo de dispositivo não se tornou tão popular quanto se esperava e o máximo que conseguiu foi impressionar com projetos ousados e vídeos bem feitos no YouTube.

Como o próprio nome sugere, as mesas digitais são uma espécie de computador com formato que se assemelha ao móvel de cozinha. Com tela multitoque, câmeras de infravermelho e vários outros recursos tecnológicos, esperava-se que elas fizessem sucesso devido às infinitas possibilidades de uso oferecidas.

A própria Microsoft decidiu apostar no formato com o Microsoft Surface. Entre os diversos vídeos promocionais do produto é possível ver sua utilização em bares e restaurantes, tornando o atendimento muito mais prático, intuitivo e rápido. Entretanto, o sonho de ter o controle de tudo na ponta dos dedos não aconteceu.

Se essas tecnologias já se consolidaram depois de fracassar no passado, significa que outras surgiram para ter o título de “à frente de seu tempo”. Entre elas, uma das mais significativas é a mesa digital.

Nunca ouviu falar? Não se desespere, pois você não é o único, já que esse tipo de dispositivo não se tornou tão popular quanto se esperava e o máximo que conseguiu foi impressionar com projetos ousados e vídeos bem feitos no YouTube.

Como o próprio nome sugere, as mesas digitais são uma espécie de computador com formato que se assemelha ao móvel de cozinha. Com tela multitoque, câmeras de infravermelho e vários outros recursos tecnológicos, esperava-se que elas fizessem sucesso devido às infinitas possibilidades de uso oferecidas.

A própria Microsoft decidiu apostar no formato com o Microsoft Surface. Entre os diversos vídeos promocionais do produto é possível ver sua utilização em bares e restaurantes, tornando o atendimento muito mais prático, intuitivo e rápido. Entretanto, o sonho de ter o controle de tudo na ponta dos dedos não aconteceu.


fonte:http://www.baixaki.com.br/info/4501-7-tecnologias-a-frente-de-seu-tempo.htm

quinta-feira, 24 de junho de 2010

Ciência Maluca: baterias "impressas" já em 2011

Pesquisadores da Alemanha afirmam conseguir criar baterias com menos de 1 mm de espessura. Você acredita?
Sabe quando você está ouvindo sua música favorita e de repente acaba a pilha do MP3 player? Pois saiba que você não é a única pessoa do mundo a amaldiçoar a indústria de baterias e que, sim, este problema atinge a todos os usuários de tecnologia, pelo menos uma vez na vida.
Geralmente as melhores alternativas nesse caso é a compra de novas pilhas ou o recarregamento da bateria. O problema é que nem sempre existe uma banca aberta e recarregar é algo que demanda algum tempo. Agora imagine como seria maravilhoso se você pudesse criar suas baterias dentro de casa.
Pois é algo parecido com isso que um grupo de pesquisadores alemães está anunciando para o mundo. Os cientistas do Fraunhofer Research Institution for Electronic Nano Systems divulgaram os primeiros resultados de suas pesquisas com tecnologia de impressão de baterias. Isso mesmo, os pesquisadores afirmam que é possível imprimir baterias cheias de carga com a utilização de impressoras especiais.
Baterias muito pequenas para cartões
Fonte: Fraunhofer Research Institution for Electronic Nano Systems
Calma, ainda não será possível criar baterias na sua própria casa com uma impressora comum, pois é necessário utilizar uma prensa para isso. O processo parece bastante com o utilizado para serigrafia de camisetas, assim as baterias podem possuir diversos formatos para que se encaixem melhor a variadas necessidades.
As baterias podem ter entre 1,5V e 6V, possuem menos de 1 mm de espessura e pesam menos de 1 g. Também ainda não é possível fazer com que elas durem muito, devido ao limitado espaço para as reações químicas, mas para cartões comemorativos sonoros ou luminosos ainda não há opções melhores, tanto pelo tamanho, quanto pela praticidadeFonte : Baixaki Tecnologia

terça-feira, 22 de junho de 2010


Um hacker com muito tempo livre inventou uma impressora composta quase inteiramente de peças de Lego, que funciona de verdade, contando apenas com a ajuda de um Mac e de uma caneta hidrográfica.

Feita por hobby, a "Lego felt tip 110" é, tecnicamente, um plotter e levou trêss semanas para ser construída, de acordo com seu criador ¿ responsável pelo design da impressora, motor, sensores e por escrever seu próprio driver, utilizando as rotinas do software de impressão padrão do Mac OS X.

Sua precisão é de aproximadamente 75 DPI (dots per inch) e, em relação ao número de páginas por minuto, bem, é melhor não perguntar: a impressora não termina nem uma só neste tempo.

A princípio as impressões poderiam ser feitas em 3 cores, mas, por contra apenas com 4 motores de Lego, apenas o azul foi utilizado. Para quem acha que o sistema de usar canetinhas como cartuchos pode dar problemas, o inventor concorda que a secagem da ponta é mesmo preocupante, mas as canetas geralmente duram, resistindo à impressão de algumas páginas.

O criador da engenhoca ainda explica que a escolha do Mac não foi para "defender" a Apple, e sim porque considera seu uso mais fácil. O video com a impressora em ação pode ser assistido pelo YouTube, pela seguinte URL encurtada: http://tiny.cc/nzxq5.


Fonte: http://tecnologia.terra.com.br/noticias/0,,OI4485144-EI15607,00-Hacker+cria+impressora+com+pecas+de+Lego.html

Tecnologia Empresa oferece soluções para acelerar a inicialização do PC

Donas de casas desesperadas nem entram na conta: se você quer testemunhar frustração real, observe usuários desesperados de computadores tentando digitar, enviar mensagens de e-mail ou trabalhar em uma planilha enquanto aqueles irritantes ícones de ampulheta giram na tela por segundos ou até minutos, antes que as máquinas enfim respondam.
Agora a Soluto, uma empresa de Tel Aviv, pretende ajudar esses proprietários de computadores, com um programa incomum cujo objetivo é minimizar essas demoras irritantes. O software opera como programa de fundo no computador, recolhendo dados sobre as demoras de resposta em programas e enviando os dados aos servidores da companhia para análise, disse Tomer Dvir, co-fundador e presidente-executivo do grupo.
O primeiro serviço que a Soluto está oferecendo é um programa gratuito cujo objetivo é reduzir a demora para que um computador comece a funcionar, ao ser acionado. (O programa está disponível no site da empresa, www.soluto.com).
Roee Adler, o executivo encarregado do produto, diz que este analisa o processo de acionamento, registra sua demora e sugere maneiras de reduzir o tempo.
"Em muitos casos pode ser reduzido à metade ou até mais", diz. Tentei o programa da Soluto e, seguindo suas recomendações, reduzi a demora para ligar a máquina de 144 segundos para 86 segundos. Removi alguns aplicativos da sequência de acionamento, permitindo que fossem executados depois de sua conclusão.
Outros aplicativos, que não uso diariamente, foram colocados em "pausa" - por exemplo, o atualizador automático dos produtos Google. Em lugar disso, vou esperar que a empresa me notifique quando houver atualizações. (A Soluto divide as mudanças possíveis no processo de acionamento em "óbvias", "aplicativos potencialmente removíveis" e "obrigatórios, remoção impossível").
A empresa também está trabalhando em soluções para outros programas lentos, como interrupções ao trabalhar no Excel ou Word nos momentos em que outros aplicativos subitamente sugam recursos do Windows, causando pausas. Descobrir de onde vem os atrasos pode ser complicado, diz Adler, porque o Windows opera em muitos modelos de computador; cada um tem seu complemento de downloads e recursos, e tudo isso disputa a atenção do sistema operacional.
A Soluto emprega uma abordagem estatística para localizar a fonte dos atrasos, diz Dvir. "Em milhões de máquinas e para milhões de usuários, os problemas começam a se repetir", disse. "Pode haver 10 mil pessoas com o mesmo problema, e uma delas certamente encontrará uma solução".
Os milhões de usuários ainda estão no futuro, da mesma forma que suas soluções para problemas no Windows. Para conquistá-los, a Soluto planeja oferecer versões gratuitas de todos os seus produtos, diz Adler. Os programas serão instalados nas máquinas dos usuários e analisarão problemas, cujas soluções serão publicadas. O software não corrigirá o problema diretamente; o usuário terá de fazê-lo.
Mas se o programa inicial de otimização do acionamento serve como indicação, a Soluto oferecerá sugestões de correção, permitindo saber o que outros usuários escolheram. Uma versão premium, que resolve problemas automaticamente, estará disponível para quem deseje pagar, ele diz. A abordagem da Soluto quanto às frustrações no uso de computadores é nova e muito promissora, diz Robert Scoble, ex-engenheiro da Microsoft que mantém um videoblog.
"Trata-se de inovação em nível profundo; eles estão recorrendo ao conhecimento coletivo para descobrir soluções quanto aos problemas do Windows", disse.
Caso os planos da Soluto sejam realizados, afirmou, é provável que grandes empresas paguem pelos serviços da companhia.
"Se cada funcionário economizar alguns minutos no acionamento de cada máquina", disse, "as horas de trabalho salvas em cada empresa valeriam pagamento".
A Soluto também planeja publicar listas de máquinas e configurações de software que causam problemas em computadores pessoais. E também valeria a pena pagar por isso, disse.
A empresa levantou US$ 7,8 milhões em duas rodadas de capitalização, diz Adler. Grandes investidores como a Bessemer Venture Partners e a Giza Venture Capital estão entre os participantes. Assim que o programa inicial de otimização de acionamento estiver em pleno curso ¿ainda se encontra em fase de teste beta -, a empresa passará a tratar do problema seguinte na agenda da demora - por exemplo, os atrasos no uso das planilhas, segundo Dvir.
A Soluto, afirma, não requer que os usuários se registrem, forneçam endereços de e-mail ou quaisquer informações demográficas, diz. "Todas as informações são recolhidas anonimamente", afirmou.
Até agora, a empresa vem realizando um trabalho interessante, diz Ed Bott, autor de diversos livros sobre o Windows. "A necessidade que identificaram nos usuários certamente me parece real", diz. "E eles têm um plano de longo prazo que poderia eliminar a causa de muitas frustrações, com uma abordagem original e promissora".
O programa tem base limitada de usuários, por enquanto, disse. "Mas quanto mais pessoas aderirem, mais valor terá", afirmou, para elas e a empresa igualmente. Há diversos serviços semelhantes no mercado, como o PC Pitstop, para otimizar o acionamento e outros processos. A avaliação pelo PC Pitstop é grátis, diz Dave Methin, vice-presidente de tecnologia da empresa, "e informa o que precisa ser feito".
"Se a pessoa quiser que nós façamos o trabalho" para resolver o problema de forma remota, diz, "basta comprar o produto", ou o pacote de otimização (Optimize, US$ 29,99) ou o de limpeza geral de máquina (PC Matic, US$ 49,99).
Tipicamente, os atrasos de acionamento de computadores ocorrem porque aplicativos como programas de atualização de diversos softwares concorrem por recursos. "Se a pessoa tem dez desses operando ao fundo", diz Adler, da Soluto, "o efeito cumulativo é forte".
Fonte : Terra Tecnologia