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terça-feira, 20 de abril de 2010

Novo sistema detecta sismos em computadores pessoais.

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Investigadores das Universidades da Califórnia em Riverside e de Stanford juntamente com vários sismólogos criaram um sistema original para medir movimentos sísmicos a partir de computadores pessoais. No sistema convencional são utilizados equipamentos complexos enterrados no solo, o que é bastante dispendioso. O novo processo – «Quake-Catcher Network» – pode ser instalado em qualquer computador.

A equipa liderada por Elizabeth Cochran utiliza acelerómetros, pequenos dispositivos que se encontraram nos computadores portáteis e que têm como função detectar movimentos bruscos como forma de reduzir danos quando o aparelho cai.

Com a ajuda de mais de mil voluntários em todo o mundo, foi criado um novo sistema de “rede caça-terramotos” que já está a recolher dados importantes sobre os movimentos sísmicos que acontecem todos os dias no planeta.

Com o «Quake-Catcher Network» é possível armazenar informação a uma escala nunca antes conseguida devido ao alto custo dos equipamentos. Os sensores sísmicos tradicionais custam entre cinco mil e dez mil dólares por ano cada um, enquanto estes são gratuitos para computadores portáteis.


Os utilizadores de computadores de secretária podem também instalar o programa, comprando um acelerómetro por 50 dólares (37 euros) que se liga ao computador por uma porta USB. Depois, é necessário descarregar o programa de software e o computador transmitirá informação automaticamente aos investigadores, caso aconteça um tremor de terra de mais de 4.0 graus.

A existência de vários sensores evita que se produzam falsos alarmes. Se um computador cair acidentalmente, a rede receberá o sinal, mas não o interpretará como um tremor de terra. Só se houver vários sinais na mesma zona é que os cientistas sabem que se trata de um terramoto.

Esta rede não tem ainda dimensão suficiente para ser eficaz a detectar tremores com antecipação baseando-se nas ondas suaves que procedem um grande movimento sísmico. Contudo, os responsáveis pelo projecto acreditam que isso um dia será possível. A rede já tem sensores em 67 países.

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